Rádio Mundial Web PB
AO VIVO
🔊

Investigado pela polícia Federal, deputado enfrenta nova fase de apuração

Investigado pela polícia Federal, deputado enfrenta nova fase de apuração
Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

A Polícia Federal deflagrou uma nova etapa de investigações contra o deputado federal reeleito Marcelo Queiroz, concentrando esforços em contratos milionários firmados no passado. A apuração aborda suspeitas de irregularidades em acordos voltados para a prestação de serviços de castração e esterilização de animais no estado do Rio de Janeiro.

As autoridades realizam diligências para aprofundar o conhecimento sobre a extensão das supostas fraudes e identificar todos os envolvidos no esquema investigado. O caso tramita sob a supervisão do Supremo Tribunal Federal devido à prerrogativa de função do parlamentar envolvido nas denúncias.

Operação castratio avança sobre contratos públicos

A fase atual decorre diretamente da análise de materiais obtidos durante o cumprimento de ordens judiciais anteriores, executadas no primeiro semestre. A investigação principal analisa acordos firmados pela Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento com empresas terceirizadas.

Os relatórios elaborados pelos investigadores apontam indícios de direcionamento em licitações, superfaturamento de preços e a criação recente de empresas para a execução de serviços vultosos. Segundo a Gazeta do Povo, a defesa do parlamentar nega as acusações e atribui a origem das denúncias a motivações de cunho eleitoral.

Movimentações financeiras e suspeitas de irregularidades

A apuração financeira conduzida pelos órgãos competentes revelou transações atípicas entre ex-gestores públicos e os fornecedores contratados pelo governo estadual. Os registros bancários indicam repasses expressivos realizados em curto período de tempo após a formalização dos acordos administrativos.

Além das questões financeiras, os investigadores apontam falhas regulatórias na documentação das empresas prestadoras de serviço, que supostamente operavam sem os devidos registros nos conselhos profissionais antes da assinatura dos contratos oficiais. As autoridades continuam a colher elementos para definir eventuais indiciamentos formais por crimes contra a administração pública.

Fonte: gazetadopovo.com.br


Descubra mais sobre leia58.blog

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

Veja também