R$ 50 milhões na mesa: bastidores revelam jogada milionária para colocar João Azevêdo no Senado e Lucas no trono do Governo
Nos bastidores quentes da política paraibana, a notícia que circula é digna de novela de poder: PP e Republicanos teriam fechado um pacto de ouro — ou melhor, de R$ 50 milhões — para turbinar a campanha do governador João Azevêdo rumo ao Senado Federal. A revelação, feita por fonte de confiança do nosso portal, cai como uma bomba no tabuleiro eleitoral.
O acordo, costurado a portas fechadas entre os deputados federais Agnaldo Ribeiro (PP) e Hugo Motta (Republicanos), prevê um aporte milionário capaz de sustentar toda a engrenagem da campanha. A pergunta que ecoa nos corredores é direta: de onde virá esse dinheiro todo? Do Fundo Partidário? Ou das generosas carteiras de empresários e banqueiros da poderosa Faria Lima, reduto de influência dos dois caciques?
Os sinais indicam que o jogo está armado. João Azevêdo, na prática, já entregou as rédeas do governo a Agnaldo Ribeiro — que, por coincidência ou não, é tio do vice-governador Lucas Ribeiro, já lançado como pré-candidato ao Governo. Prefeitos e líderes aliados já alinham discursos em perfeita harmonia: dinheiro não será problema. E, com Lucas sentado na cadeira de governador durante a campanha, o caminho fica ainda mais pavimentado.
Analistas políticos até levantam dúvidas, mas reconhecem que, no contexto de campanhas milionárias, a hipótese é mais que plausível. Sem condições de autofinanciar-se, João dependeria mesmo dos cofres recheados de seus aliados. E, do ponto de vista legal, PSB, PP e Republicanos terão que arcar com as candidaturas majoritárias e proporcionais.
Agnaldo, conhecido por sua habilidade em usar cada engrenagem do sistema a seu favor, deve explorar ao máximo a máquina estatal para colocar o sobrinho Lucas no topo. Mas há um risco: a aura de “governante acima de qualquer suspeita” de João Azevêdo começa a se desfazer. Afinal, ele já responde a processos ligados ao governo de Ricardo Coutinho e tenta preservar a imagem de austeridade construída em quase oito anos no Palácio da Redenção.
Com tanto dinheiro prometido e alianças seladas, a chapa parece definida: Lucas para governador, João e Nabor para o Senado. E, com milhões correndo soltos, o recado é claro: essa campanha não vem para brincar.
Redação
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