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Daniela Ribeiro apela para a fantasia política e tenta criar escândalo onde só existe dever institucional

As falácias, invencionices e tropeços retóricos da senadora Daniela Ribeiro já não surpreendem mais ninguém na Paraíba. Em quase oito anos ocupando uma cadeira no Senado da República, a senadora segue sem explicar, com clareza, a que veio e qual legado efetivo entregou aos paraibanos que lhe confiaram o mandato.

Agora, numa tentativa visivelmente desesperada de ganhar protagonismo político, Daniela Ribeiro resolveu atacar quem trabalha. De forma intempestiva — e perigosamente irresponsável — acusou o senador Veneziano Vital do Rêgo de supostamente usar o nome do presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Vital do Rêgo, para pressionar prefeitos em busca de apoio eleitoral.

A acusação não beira apenas o exagero. Beira a ignorância institucional.

Não existe um único registro, indício ou prova de que Veneziano tenha feito qualquer ingerência sobre o ministro Vital do Rêgo para favorecer prefeitos, aliados ou projetos políticos. A senadora, antes de espalhar suspeitas, faria bem em compreender — ou ao menos estudar — o papel constitucional do Tribunal de Contas da União.

Cabe ao TCU, por dever legal, fiscalizar a aplicação de recursos federais repassados aos municípios. É rotina do órgão orientar gestores, apontar inconsistências técnicas e recomendar correções em obras conveniadas que apresentem falhas nos projetos ou na execução. Isso não é perseguição. É fiscalização. É Estado funcionando.

Sugerir que prefeitos estariam sendo “ameaçados” por meio do TCU para votar em um senador não apenas distorce a realidade, como ofende a inteligência dos gestores municipais. Nenhum prefeito sério se submeteria a um expediente tão tosco e fantasioso.

Deputados e senadores intercedem, diariamente, junto a órgãos federais quando provocados por prefeitos, vereadores e lideranças locais. Isso faz parte da atividade parlamentar. O que Daniela Ribeiro tenta fazer é transformar uma prática legítima em narrativa de terror eleitoral — algo digno de panfleto, não de uma senadora da República.

A acusação de que Veneziano usaria a relação familiar com o ministro do TCU para coagir votos é, sem rodeios, uma estupidez política. Uma jogada mal calculada que acabou caindo mal — e muito mal — entre os prefeitos paraibanos, que se sentiram tratados como peças frágeis de um jogo sujo.

Enquanto Veneziano Vital lidera as intenções de voto e caminha com tranquilidade para a reeleição, consolidado como senador municipalista e atuante tanto na liberação de recursos quanto nos grandes temas nacionais, Daniela Ribeiro amarga irrelevância nas pesquisas e enfrenta críticas crescentes sobre a inutilidade prática de seu mandato.

O mais grave é que a própria senadora parece não medir o efeito bumerangue de suas palavras. Ao insinuar tráfico de influência, acaba abrindo um precedente perigoso que pode, amanhã, atingir diretamente sua própria casa política.

Afinal, se parentesco vira suspeição automática, como ficará a candidatura de seu filho, Lucas Ribeiro, atual vice-governador e pretendente ao Governo do Estado? Que moral terá Daniela para rebater acusações de uso da máquina pública ou influência familiar?

Fica o alerta final, senadora:
Lucas Ribeiro é seu filho.
Veneziano e Vital do Rêgo são irmãos.

E a política não perdoa incoerências — sobretudo quando elas nascem da irresponsabilidade e do desespero eleitoral.

leia58.com

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