Eleições 2026: MDB analisa 16 estados em oposição a Lula e 11 em apoio.
MDB e Lula: Divisões Regionais Complicam Aliança e Favorecem Alckmin para Vice em 2026
O Movimento Democrático Brasileiro (MDB) conduziu um mapeamento sobre sua relação com o governo do presidente Lula, revelando que, enquanto 16 estados manifestam oposição, 11 estados expressam apoio à sua administração. Essa análise, realizada pelo analista político da CNN, Pedro Venceslau, destaca um momento crucial, já que o PT intensifica esforços para atrair o partido, com a possibilidade de oferecer a vaga de vice na chapa presidencial.
Apesar do apoio em Estados como Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Ceará, onde formalmente o MDB apoia Lula, divergências internas e disputas por espaços políticos regionais tornam complexa uma aliança nacional. No Piauí, por exemplo, o MDB perdeu a vice na chapa ao governo local dominado pelo PT. Situação análoga ocorre no Rio Grande do Norte, que formará sua chapa estadual com a União Brasil, excluindo o MDB. Na Bahia, a situação é semelhante, e no Ceará, o partido pode perder a vaga na chapa que busca reeleger o governador.
A ofensiva petista pelo apoio do MDB encontra-se comprometida por essas questões regionais, o que reduz as chances de uma aliança formal para as próximas eleições de 2026.
Alckmin como Principal Candidato a Vice
Nos bastidores do PT, é praticamente uma certeza de que Geraldo Alckmin será o candidato a vice na chapa de Lula. Um membro do MDB até ironizou que o partido concordaria em indicar um vice para Lula “se fosse Michel Temer“, uma sugestão que reflete o histórico conturbado entre as duas legendas.
O PT também avalia que Simone Tebet, uma potencial candidata, não ampliaria o eleitorado e deve focar em uma disputa pelo Senado ou até mesmo pelo governo de São Paulo em associação a um partido de esquerda, como o PSB. Enquanto isso, o ministro Fernando Haddad, que tem resistido às pressões do partido e do presidente, deve ser o candidato do PT para São Paulo. Em um eventual quarto mandato de Lula, Haddad poderia até indicar nomes para o Ministério da Fazenda ou para o Banco Central.
Esse cenário de divisões e alianças em construção destaca as nuances do jogo político brasileiro e a importância de observar como o MDB e o PT navegarão as complexidades em um futuro próximo.
Fontes: CNN, Pedro Venceslau
[CNN Brasil]
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