A Justiça da Paraíba determinou a soltura da influenciadora Thaisa Figueiredo, investigada por suposto envolvimento na morte do empresário Glicério Feitosa. O empresário foi vítima de latrocínio em João Pessoa, em maio de 2026. A decisão foi tomada pela 1ª Vara do Tribunal do Júri do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), após a prisão de Thaisa e seu pai durante a Operação Aurum, realizada pela Polícia Civil.
Operação Aurum: Prisões e Mandados Cumpridos
Durante a Operação Aurum, foram cumpridos 18 mandados judiciais, resultando na prisão de Thaisa Figueiredo. Ela foi acusada de movimentar cerca de R$ 3 milhões e de ceder um veículo a um dos envolvidos no assassinato de Glicério Feitosa. A operação visava desmantelar uma quadrilha especializada em roubos de joias e outros objetos de valor.
Decisão Judicial e Defesa da Influenciadora
A advogada Sthefannye Coutinho, que representa Thaisa, confirmou a decisão judicial de soltura, alegando falta de indícios de participação ou conhecimento da influenciadora sobre o crime. Segundo a defesa, Thaisa entregou seu celular à Justiça, e as investigações não encontraram provas de seu envolvimento no assassinato. O pai dela também foi liberado.
Thaisa responderá ao processo em liberdade, sem medidas cautelares específicas, mas deverá comparecer à Justiça nos prazos determinados e não poderá manter contato com os outros investigados.
Relembre o Caso: Morte de Glicério Feitosa
Glicério Feitosa, que havia disputado a Prefeitura de Bayeux em 2024, foi morto a tiros em frente a uma loja de veículos no bairro do Geisel, em João Pessoa. O crime, inicialmente tratado como homicídio, foi posteriormente classificado como latrocínio. Dois suspeitos chegaram ao local em uma motocicleta, e um deles efetuou disparos contra o empresário.
Investigação e Desdobramentos
A Polícia Civil identificou que Glicério foi alvo de uma quadrilha que roubava joias. Durante a tentativa de roubo, houve reação por parte da vítima, que acabou atingida por tiros. A operação resultou na prisão de sete pessoas, incluindo uma blogueira que cedeu o veículo usado no levantamento da vítima e outros membros da organização criminosa.
As investigações continuam, com a Polícia Civil buscando individualizar a participação de cada investigado no crime. O delegado-geral André Rabelo destacou a robustez das provas coletadas, que serão enviadas ao Ministério Público e ao Poder Judiciário.
Para mais informações sobre o caso, acesse a cobertura completa no g1 Paraíba.
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