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Festival MixBrasil 2025: vencedores da 33ª edição

Festival MixBrasil 2025 revelou seus vencedores de cinema em noite de premiação em São Paulo. Como registrou a organização, “Os filmes vencedores da 33ª edição do Festival MixBrasil foram anunciados na noite da última quarta-feira, 19 de novembro, na Biblioteca Mário de Andrade.” O anúncio consolidou a força de novos e consagrados nomes do audiovisual brasileiro, com destaque para títulos que já chegam ao circuito com grande expectativa.

Coelho de Ouro reconhece os destaques da Competitiva Brasil e Reframe

O Coelho de Ouro, honraria máxima do evento, foi para A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo, como melhor longa-metragem brasileiro, para Arrenego, de Fernando Weller e Alan Oliveira, como vencedor da Mostra Reframe, e para Boi de Salto, de Tássia Araújo, como melhor curta brasileiro. Em resumo, como registra a fonte: “A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo, foi premiado como melhor Longa-Metragem Brasileiro; Arrenego, de Fernando Weller e Alan Oliveira, foi o grande vencedor da Mostra Reframe; e Boi de Salto, de Tássia Araújo, levou na categoria Melhor Curta-Metragem Brasileiro.”

Nos prêmios do júri para longas, Guto Parente conquistou Melhor Direção e Melhor Roteiro por Morte e Vida Madalena. A Melhor Interpretação ficou com Laura Brandão e Serena, por A Natureza das Coisas Invisíveis, enquanto as Menções Honrosas destacaram Apolo, de Tainá Müller e Ísis Broken, e Apenas Coisas Boas, de Daniel Nolasco.

Prêmio do público celebra Apolo e A Sapatona Galáctica

Na escolha popular do Festival MixBrasil 2025, o Coelho de Prata – Prêmio do Público consagrou Apolo, de Tainá Müller e Ísis Broken, como Melhor Longa-Metragem Nacional. Entre os internacionais, o título australiano A Sapatona Galáctica, de Leela Varghese e Emma Hough Hobb, foi o Melhor Longa-Metragem Internacional. Nos curtas, brilhou Fardado, de Dan Biurrum, como Melhor Curta-Metragem Nacional, e Tão Pouco Tempo, de Athina Gendry, como Melhor Curta-Metragem Internacional.

O júri também destacou curtas brasileiros, premiando Rosa Caldeira e Nay Mendl por Fronteriza em Melhor Direção, além de Luma Flôres por Como Nasce um Rio em Melhor Roteiro, e o elenco de Americana em Melhor Interpretação.

Reconhecimentos especiais e incentivo à produção

A Mostra de Inteligência Artificial concedeu o Coelho de Prata a Sakura Gansha, de Sijin Liu, com menção honrosa para Essa Não é Uma Carta de Amor, de Danilo Craveiro. Na Mostra Reframe, Resumo da Ópera, de Honório Félix e Breno de Lacerda, recebeu menção honrosa. Entre os parceiros do festival, o Prêmio Canal Brasil de Curtas foi para Fronteriza, o Prêmio SescTV Apresenta para Como Nasce um Rio, e o Prêmio Show do Gongo para A Perna Cabeluda.

Com foco em fomentar novas obras após o Festival MixBrasil 2025, a organização reiterou: “INCENTIVO: O longa e o curta premiados da Competitiva Brasil também receberão prêmios de incentivo à realização de seus novos projetos audiovisuais através da parceria do Festival Mix Brasil com a DOTCINE e MISTIKA, apoiadores da área cinematográfica.”

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