O Brasil alcançou um marco significativo no mercado de trabalho em fevereiro, com a criação de 255.321 novas vagas de emprego formal. Os dados, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego através do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), refletem um cenário positivo para a economia nacional.
Crescimento no mercado de trabalho
O saldo positivo de fevereiro é resultado de 2.381.767 admissões contra 2.126.446 desligamentos. Destes, 65,9% dos empregos criados foram considerados típicos, enquanto 34,1% foram não típicos, destacando-se trabalhos com 30 horas ou mais e vagas para aprendizes.
Desempenho por setores econômicos
Os cinco grandes agrupamentos de atividades econômicas apresentaram saldos positivos, indicando uma recuperação abrangente em diversos setores. Este crescimento é um reflexo da retomada econômica após períodos de instabilidade causados por crises anteriores.
Impacto por gênero e regiões
O saldo de empregos foi mais favorável para as mulheres, com a criação de 155.064 vagas, em comparação com 100.257 vagas para homens. Geograficamente, 24 unidades da federação registraram crescimento, com destaque para São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.
Variação salarial
O salário médio real em fevereiro foi de R$ 2.346,97, uma redução de R$ 55,91 em relação a janeiro de 2026. Entretanto, comparado a fevereiro do ano anterior, houve um aumento real de R$ 62,95. Trabalhadores em empregos típicos receberam, em média, R$ 2.393,17, enquanto os não típicos tiveram um salário médio de R$ 2.072,75.
Perspectivas para o futuro
Os dados de fevereiro trazem otimismo para o mercado de trabalho brasileiro, sinalizando uma tendência de crescimento que pode se consolidar nos próximos meses. A continuidade desse cenário dependerá de fatores econômicos e políticos que influenciam diretamente a criação de empregos no país.
Para mais informações sobre o mercado de trabalho, visite a Agência Brasil.
Fonte: metropoles.com










