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Priscila Lima acusa ex-governador João Azevêdo de traição financeira milionária; Deputado Hugo Motta e prefeito Arimatéia Camboim são citados como testemunhas

Priscila Lima acusa ex-governador João Azevêdo de traição financeira milionária; Deputado Hugo Motta e prefeito Arimatéia Camboim são citados como testemunhas

Priscila Lima ratifica acusações contra João Azevêdo e promete ação no Ministério Público

A empresária Priscila Lima reiterou, em contato telefônico com nossa redação, as fortes acusações contra o ex-governador da Paraíba, João Azevêdo. Em um vídeo publicado em sua conta no Instagram na última sexta-feira, dia 24, Lima detalhou o que classifica como uma traição financeira envolvendo valores milionários.

Segundo Priscila Lima, o dinheiro foi investido na campanha eleitoral de 2022 para atender pleitos de prefeitos e lideranças políticas em um momento crucial. Em troca, foram feitos compromissos de ordem política que, segundo ela, não foram cumpridos.

A empresária expressou indignação ao relatar que os acordos não foram honrados após a vitória de João Azevêdo. Ela enfatizou que não se trata de estelionato eleitoral, mas sim de valores expressivos que foram aplicados com a expectativa de cumprimento de promessas.

Ela ainda lembrou momentos que passou, parecidos com o que aconteceu ontem (24/07) em Santa Terezinha-PB

Testemunhas e Articuladores Citados

Questionada sobre a existência de provas que sustentem suas alegações, Priscila Lima mencionou testemunhas presentes em reuniões, incluindo o deputado federal Hugo Motta e o prefeito Arimatéia Camboim. Ela apontou o edil de Santa Terezinha como o articulador dos entendimentos entre ela e o então governador João Azevêdo.

Em relação ao deputado Hugo Motta, presidente da Câmara Federal, Priscila Lima esclareceu que ele não participou diretamente das conversas sobre os valores, mas estava presente e tem conhecimento dos fatos. Ela afirmou que o parlamentar não pode negar o que está sendo denunciado.

Formalização da Denúncia no Ministério Público

Priscila Lima informou que pretende formalizar as denúncias contra João Azevêdo e seus auxiliares, incluindo os ex-secretários Ronaldo Guerra e Tiberio, no Ministério Público. A empresária alega que sua boa-fé foi utilizada, com investimentos financeiros que não foram ressarcidos após as eleições.

“Fomos usadas num momento de grande relevância para que João se reelegesse. Nosso dinheiro financiou adesões de prefeitos e lideranças políticas, num momento crucial da eleição. João venceu com nosso apoio, e após a vitória, além de não restituir os valores, praticamente nos ignora, é muita maldade”, desabafou a empresária.

Acompanhamento e Expectativa de Provas

A publicação do vídeo de Priscila Lima gerou grande repercussão, com milhares de acessos e comentários desafiando a empresária a apresentar provas concretas, e não apenas narrativas. Nossa equipe de reportagem acompanhará de perto o comparecimento de Priscila Lima ao Ministério Público na próxima segunda-feira para registrar o ato.

A situação pode abalar a imagem de João Azevêdo, que se apresenta como um político acima de questionamentos. Priscila Lima demonstra estar determinada a seguir com as acusações, e caso suas alegações se provem infundadas, ela poderá enfrentar consequências legais. A exigência por provas, e não apenas relatos, é central para a resolução deste caso.

  • Nosso portal disponibiliza o espaço para as pessoas citadas se manifestarem caso, tenham interesse.

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