Em momentos de sofrimento psíquico, pensamentos sobre a própria morte podem surgir, tornando essencial a busca por apoio emocional. Conversar com alguém de confiança e procurar ajuda profissional são passos importantes para lidar com esses sentimentos.
Importância do apoio emocional
Especialistas destacam que pensar em morte não é fraqueza, mas um sinal de sofrimento que deve ser tratado. A psicóloga Raquel Antoniassi, da Associação Brasileira de Estudos e Prevenção do Suicídio (ABEPS), enfatiza que a dor é real, mas não permanente, e que com ajuda é possível encontrar alívio.
Principais canais de apoio no Brasil
O Brasil oferece diversas redes de apoio gratuitas para quem deseja conversar ou necessita de atendimento especializado. Esses serviços estão disponíveis para situações urgentes e acompanhamento contínuo.
- CVV – 188: O Centro de Valorização da Vida oferece apoio emocional 24 horas por dia, todos os dias, por meio do número 188 e também via chat, Skype ou e-mail.
- SAMU – 192: Em crises agudas, o SAMU pode ser acionado para socorro imediato.
- Pode Falar: Canal voltado para adolescentes e jovens de 13 a 24 anos, vinculado ao UNICEF, disponível via chat no WhatsApp.
- Helpline – SaferNet: Plataforma de atendimento para crianças e adolescentes em situações de risco na internet.
- Mapa da Saúde Mental: Portal que ajuda a localizar serviços de saúde mental gratuitos próximos.
Atendimento na rede pública e privada
Na rede pública, os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e Unidades Básicas de Saúde (UBS) são as principais portas de entrada para atendimento em saúde mental. Já na rede privada, psicólogos e psiquiatras estão disponíveis para consultas particulares ou por planos de saúde.
Quando buscar ajuda
É fundamental saber que existem múltiplas portas de entrada para o tratamento, e que não é necessário “estar muito mal” para acessá-las. A psicóloga Antoniassi ressalta que existem tratamentos eficazes e que ninguém precisa enfrentar o sofrimento sozinho. O apoio profissional pode ajudar a evitar decisões drásticas e a encontrar alternativas que proporcionem alívio.
Para mais informações sobre como buscar apoio, consulte o site do CVV.
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