O Tribunal Superior Eleitoral rebateu as declarações do senador Flágio Bolsonaro sobre a suposta retirada de fiscais do Partido Liberal de uma área restrita durante a apuração dos votos. A Corte emitiu um comunicado oficial para esclarecer o funcionamento dos espaços de acompanhamento e desmentir a alegação de expulsão de representantes partidários.
A controvérsia surgiu após manifestações públicas que questionaram a transparência do processo eleitoral e o acesso da fiscalização às dependências do órgão. Diante das declarações, a instituição detalhou quais locais foram disponibilizados para veoração dos trabalhos técnicos.
Esclarecimentos sobre os espaços de fiscalização
Em nota oficial, o tribunal pontuou que o espaço citado nas declarações não é aberto à visitação pública ou de partidos. No entanto, a instituição destacou que outras dependências foram devidamente abertas para garantir a transparência e o acompanhamento das atividades por observadores e fiscais.
Representantes de legendas puderam acompanhar etapas fundamentais da apuração e testes técnicos em áreas específicas do prédio. O acesso foi registrado por equipes de segurança e documentado por meio de imagens oficiais do órgão.
Atuação dos representantes partidários
A Corte informou que dois fiscais indicados pela legenda estiveram presentes nas dependências do tribunal para acompanhar o andamento dos trabalhos. Entre as atividades vistoriadas, destacam-se os procedimentos de verificação dos equipamentos eletrônicos e a apuração oficial dos resultados.
Além da sala destinada à totalização dos votos, os credenciados visitaram outras áreas reservadas a partidos políticos. A presença desses observadores buscou assegurar a lisura de todas as etapas do pleito sob a supervisão das autoridades competentes.
Registros oficiais e documentação
Para fundamentar a resposta às críticas, o tribunal utilizou registros de presença e arquivos visuais obtidos durante o pleito. A documentação serviu para comprovar a circulação regular dos fiscais pelos locais autorizados pela Justiça Eleitoral.
Com essas informações, o órgão buscou encerrar os questionamentos acerca da restrição de acesso e reforçar a segurança operacional das dependências utilizadas durante a apuração dos votos.
Fonte: revistaoeste.com
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