A Polícia Federal (PF) revelou que os alvos da segunda fase da operação Compliance Zero, realizada em janeiro, estariam cientes dos mandados que seriam cumpridos contra eles. Essa operação faz parte das investigações sobre fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master.
polícia: cenário e impactos
Antecipação dos investigados à operação
Documentos obtidos pelo UOL e confirmados pela Gazeta do Povo indicam que os investigados se prepararam com meses de antecedência para a ação da PF. Eles teriam esvaziado imóveis e removido equipamentos eletrônicos antes da chegada dos agentes, dificultando a apreensão de provas.
Relatos dos agentes federais
Ao chegarem aos locais, os agentes encontraram sinais de que os alvos haviam saído recentemente. Imóveis estavam revirados, camas desarrumadas e não havia dispositivos eletrônicos, que eram os principais alvos das apreensões.
Impacto das decisões judiciais
A decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), de indeferir solicitações adicionais da PF, teria contribuído para a dificuldade na execução da operação. Isso pode ter permitido que os investigados se antecipassem às ações policiais.
Consequências para a investigação
Fontes ligadas à investigação sugerem que o material não apreendido pode ser mais comprometedor do que o já recolhido. A terceira fase da operação, iniciada em março, resultou na prisão de figuras importantes, incluindo um banqueiro e seu cunhado.
Próximos passos da operação
A operação Compliance Zero continua em andamento, com as autoridades buscando novas evidências para fortalecer o caso. A expectativa é que as próximas fases tragam mais esclarecimentos sobre as fraudes financeiras investigadas.
Para mais informações sobre a operação, confira a cobertura completa no site da Gazeta do Povo.
Fonte: gazetadopovo.com.br










