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“Baixaria: a arte da esquerda exposta – minha defesa a Hugo Motta”

Sou jornalista de formação e, mesmo não alinhado à política de Hugo Motta, me sinto compelido a denunciar o comportamento reprovável que se tornou prática rotineira por parte de setores da esquerda. Se há algo em que esses grupos se especializam, é na baixaria política: ataques ad hominem, perseguição implacável e uma cegueira de massa digna de seita — como o temido culto de Jim Jones, que levou mais de 900 pessoas ao suicídio.

Durante muito tempo, Hugo Motta foi reconhecido como um político coerente e trabalhador, especialmente quando deixava de pautar temas como a anistia política. Foi admirado por dirigir a Câmara com seriedade. Mas bastou que ele se posicionasse contra Luís Inácio Lula da Silva — o petista mais rico do país — para que a milícia digital da esquerda começasse um verdadeiro linchamento moral.

Passo a passo, viram o “javali estraçalhado” nas redes: publicações antigas, denúncias familiares desconexas, montagens, frases truncadas — tudo com o claro objetivo de denegrir sua imagem. E por que insistem nisso, senão para apagar sua credibilidade? Vale lembrar: Hugo Motta não responde por corrupção em instância alguma. Ele jamais foi condenado. Já o ex-presidente Lula, condenado em três instâncias, foi beneficiado por uma decisão que o retirou da prisão — para assumir uma cadeira no que alguns chamam de “narcopaís”, dada a politização evidente do Estado sob seu comando.

O que estamos testemunhando contra o presidente da Câmara é uma verdadeira “molecagem” política. Mentiram, ridicularizaram e cuspiram em sua reputação. Faltou pouco para divulgarem uma foto do deputado ainda criança, “fazendo cocô nas calças”.

Ai, que tragédia moral…

É lamentável observar como o debate público no Brasil regrediu a esse nível: mentalidade tacanha, escárnio público, espetáculo de calorias negativas. Quem reage a isso? Um bando que prefere sugar o Estado ao trabalhar por mudanças reais.

Nessa barulheira, ainda se destaca o comportamento responsável de figuras como Lenildo Morais, ex-prefeito de Patos, que participa dos embates políticos sem recorrer à agressão pessoal — algo quase tão raro quanto coerência nos dias de hoje.

Em minha visão, como jornalista, devo condenar essa prática abjeta, vinda de onde vier. A política pede combatividade, mas também dignidade. E o que se vê em larga escala hoje é, lamentavelmente, o contrário.

Leia também: Hugo Motta sob ataques: a verdade por trás da votação do IOF e o desgaste político em ano eleitoral

Marcelo Negreiros

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