A Polícia Civil do Distrito Federal está empenhada em ouvir o ex-presidente Jair Bolsonaro no inquérito que investiga a apreensão de uma pistola registrada em seu nome. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e busca esclarecer as circunstâncias que levaram à apreensão da arma.
Investigação sobre a apreensão da pistola
A investigação teve início após a Polícia Militar do Distrito Federal apreender uma pistola Glock calibre 9 milímetros com um dos seguranças de Bolsonaro durante uma blitz. A apreensão ocorreu na noite de 15 de junho, levantando questões sobre a posse e o uso da arma.
Pedido de depoimento por videoconferência
Os investigadores solicitaram que o depoimento de Bolsonaro seja realizado por videoconferência, marcado para o dia 24 de junho. A tentativa de intimar o ex-presidente pessoalmente não foi bem-sucedida devido à resistência da equipe de segurança que o acompanha em sua prisão domiciliar em Brasília.
Defesa de Bolsonaro e justificativas
Os advogados de Bolsonaro afirmaram que ele desconhecia a alteração feita na arma por sua equipe de segurança, que teria removido uma peça para inutilizá-la temporariamente. Segundo a defesa, essa medida foi adotada devido ao uso de medicamentos psiquiátricos pelo ex-presidente, sem que ele fosse informado sobre a modificação.
Próximos passos da investigação
Com a autorização do STF ainda pendente, a Polícia Civil aguarda para prosseguir com o depoimento. O caso continua a gerar atenção, dado o envolvimento de um ex-presidente e as implicações legais relacionadas à posse de armas.
Para mais informações sobre o andamento do caso, acesse fontes confiáveis como a Folha de S.Paulo.
Fonte: revistaoeste.com










