A música brasileira perdeu um de seus ícones. Lô Borges, figura central do movimento Clube da Esquina, faleceu neste domingo, aos 73 anos, em Belo Horizonte. A notícia gerou grande comoção no meio artístico, e Milton Nascimento, parceiro de longa data de Lô, expressou seus sentimentos em uma homenagem emocionante nas redes sociais.
“Lô Borges foi – e sempre será – uma das pessoas mais importantes da vida e obra de Milton Nascimento”, diz a mensagem publicada no perfil de Milton. A parceria entre os dois artistas, que começou na juventude, rendeu frutos notáveis, incluindo o álbum “Clube da Esquina”, um marco na história da Música Popular Brasileira.
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A mensagem destaca a profunda amizade e cumplicidade que uniram Milton e Lô ao longo de décadas. “Lô nos deixará um vazio e uma saudade enormes, e o Brasil perde um de seus artistas mais geniais, inventivos e únicos”, continua a publicação, expressando solidariedade à família Borges.
Milton Nascimento conheceu Lô Borges quando tinha 20 anos e Lô apenas 10, ambos moradores do mesmo prédio em Belo Horizonte. Anos depois, em 1972, consolidaram a parceria que resultaria no projeto Clube da Esquina. O álbum homônimo, lançado em seguida, contou com a participação de outros grandes nomes da música brasileira, como Beto Guedes e Fernando Brant, e se tornou um clássico, influenciado por Beatles, música mineira e samba. Dele saíram canções como “Tudo o Que Você Podia Ser”, “O Trem Azul” e “Cravo e Canela”.
Lô Borges seguiu carreira e lançou diversos trabalhos inéditos, incluindo o álbum “Tobogã”, de 2024.
Fonte: jovempan.com.br










