O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou com uma ação civil pública contra a Havan e seu proprietário, após um discurso polêmico durante a inauguração de uma unidade em Caldas Novas, Goiás. A ação, movida na última quinta-feira, pede uma indenização de R$ 30 milhões por suposto assédio eleitoral.
Discurso e Repercussão
O empresário, durante o evento em 29 de agosto, criticou a proposta de fim da escala de trabalho 6×1, classificando-a como “estelionato eleitoral”. Ele afirmou que a mudança obrigaria os funcionários a buscar outros empregos, associando a proposta a uma tentativa de ganhar votos nas eleições.
Acusações de Assédio Eleitoral
O MPT alega que o discurso configura assédio eleitoral, pois teria vinculado o voto dos empregados a possíveis prejuízos profissionais. O órgão já havia notificado o empresário sobre a irregularidade antes de ajuizar a ação.
Defesa do Empresário
Em resposta, o empresário negou as acusações de assédio eleitoral, afirmando que apenas expressou sua opinião sem mencionar candidatos ou partidos. Ele criticou a ação do MPT, defendendo seu direito à liberdade de expressão.
Medidas Solicitadas pelo MPT
O MPT solicita que os funcionários afetados recebam indenizações por danos morais e que o empresário grave um vídeo de retratação. Além disso, pede que ele seja proibido de fazer novas manifestações políticas em eventos da empresa.
Histórico de Controvérsias
Não é a primeira vez que a Havan e seu dono enfrentam acusações de assédio eleitoral. Em 2018, o MPT já havia movido uma ação semelhante por episódios durante as eleições daquele ano.
Para mais informações sobre o caso, consulte a matéria completa.
Fonte: gazetadopovo.com.br
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