O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, determinou nesta segunda-feira que as Forças de Defesa de Israel ampliem os ataques contra o Hezbollah no Líbano. A decisão vem após uma série de ofensivas com drones realizadas pelo grupo terrorista contra tropas israelenses e comunidades no norte do país.
Declaração de intensificação militar
Em um vídeo divulgado, Netanyahu afirmou que Israel vai acelerar suas operações militares para “esmagar” o Hezbollah. Ele destacou a intenção de intensificar os ataques e aumentar o poder de fogo contra o grupo, conforme reportado pela AFP.
Incidentes recentes na fronteira
A ordem de Netanyahu seguiu-se a incidentes em que drones do Hezbollah atingiram uma casa em Metula, perto da fronteira com o Líbano, e danificaram um ponto de ônibus escolar em Shomera. Além disso, um soldado israelense foi morto por um drone kamikaze do grupo, segundo o Times of Israel.
Resposta das Forças de Defesa de Israel
Após a declaração de Netanyahu, as Forças de Defesa de Israel confirmaram uma nova onda de ataques contra alvos do Hezbollah no sul e leste do Líbano. Segundo o Exército israelense, mais de 70 instalações do grupo foram atingidas, incluindo centros de comando e depósitos de armas.
Contexto de escalada e trégua
Essa escalada ocorre apesar de uma trégua estabelecida em 16 de abril, destinada a conter o conflito entre Israel e Hezbollah em meio a tensões envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. Mesmo com a trégua, o Hezbollah, apoiado por Teerã, continua lançando ataques contra Israel.
Reações internacionais e negociações
Um alto funcionário dos Estados Unidos afirmou ao Times of Israel que o Hezbollah tem ignorado pedidos para cessar os ataques, incluindo um ultimato recente. Ele ressaltou que Israel não deve ser obrigado a tolerar passivamente ataques contra suas forças e civis. Nos últimos oito dias, o Hezbollah lançou mais de 1.000 drones e 700 foguetes contra Israel, em uma tentativa de sabotar negociações entre Israel e Líbano mediadas pelos Estados Unidos.
Para mais informações sobre a situação no Oriente Médio, consulte fontes confiáveis como a BBC.
Fonte: gazetadopovo.com.br










