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Cesta de Natal terá alta de 4,5% em 2025, aponta Fipe

A cesta de Natal deve ficar mais cara em 2025, com aumento de 4,5%, segundo prévia do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O ritmo é mais moderado do que em 2024, quando o conjunto de produtos típicos do fim de ano avançou 9,1%. O levantamento considera itens amplamente procurados no período festivo, como peru, lombo de porco, atum sólido, macarrão espaguete, caixa de bombom, panetone com frutas cristalizadas, vinho tinto, champagne, sucos néctar, molho de tomate, azeitona verde com caroço, palmito, queijo ralado e azeite de oliva.

Para o consumidor, a variação aponta um fim de ano com pressão de preços em itens tradicionais, mas com comportamento distinto entre categorias. A cesta de Natal segue como referência para o planejamento das compras em supermercados e atacarejos, especialmente para famílias que já começam a comparar valores e montar o cardápio com antecedência.

O que ficou mais caro e o que barateou

Entre os produtos que mais pesaram, o quilo do peru avançou 13,6%, a azeitona subiu 12,5% e a caixa de bombom aumentou 10,8%. Na direção oposta, o azeite de oliva registrou queda expressiva de 23%, ajudando a moderar o custo final da cesta de Natal.

O estudo também avaliou itens típicos das festas que não integram a cesta. A ave do tipo chester teve alta de 13,8%, o filé mignon subiu 9,7%, enquanto o pêssego de feira recuou 6,8% e o quilo do sorvete caiu 6,9%. Esses movimentos indicam que o consumidor pode ajustar o cardápio priorizando produtos com comportamento mais favorável.

Planejamento do consumidor: a orientação da Fipe

Segundo Guilherme Moreira, coordenador do IPC-Fipe, a organização das compras é fundamental. “Na cesta de Natal, incluímos produtos típicos das cestas prontas, enquanto nos itens de Natal consideramos aqueles que têm consumo ampliado nesta época”, explica.

Para ele, o recado é claro: “A mensagem principal que este estudo passa, ano após ano, é que os números reforçam a importância do planejamento antecipado para economizar nas festas de fim de ano”. Ao aproveitar promoções, comparar marcas e antecipar a ida às lojas, as famílias tendem a diluir o impacto do aumento da cesta de Natal.

Como a Fipe calcula e o que entra na cesta de Natal

A Fipe utiliza a metodologia do IPC para monitorar preços em pontos de venda e consolidar a variação média dos itens que compõem a cesta de Natal. Entram no cálculo alimentos e bebidas amplamente consumidos nas festas, como peru, lombo, atum, espaguete, caixa de bombom, panetone, vinho tinto, champagne, sucos néctar de laranja e morango, molho de tomate, azeitona verde, palmito, queijo ralado e azeite de oliva. Essa cesta funciona como termômetro para o orçamento das famílias, orientando escolhas e ajudando a manter o gasto sob controle no fim de ano.


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