Renda mínima pode transformar vulneráveis em consumidores
Primeiramente, seria fundamental que todos entendessem que a ideia da renda básica não surgiu na esquerda. Foi proposta inicialmente no século XVIII, por Thomas Paine, revolucionário e intelectual, vinculado ao Iluminismo e ao Liberalismo.
Outro ilustre defensor do imposto de renda negativo – renda mínima – foi o economista Milton Friedman, liberal e um dos líderes da Escola de Chicago (pensamento econômico que defende o livre mercado).Com um imposto de renda negativo, apurado na entrega da Declaração de IR, os cidadãos que não tivessem determinada renda, considerada básica para uma vida digna, receberiam um valor do governo federal.
Essas pessoas teriam acesso ao consumo, pelo menos de alimentos, roupas, medicamentos e transportes. Ao consumir, além de melhorar de vida, contribuiriam para mais crescimento econômico, empregos e arrecadação.
O livro “Da distribuição de renda e dos direitos à cidadania”, de Eduardo Suplicy, lançado em 1988, defendia o conceito de renda básica universal. Trinta e seis anos depois, há outras formas de transferência de renda, mas não o IR negativo, desburocratizado e sem dependência de políticos.
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